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Fios de PDO: efeito lifting, estímulo de colágeno e naturalidade no tratamento da flacidez e das rugas

Fios de PDO: efeito lifting, estímulo de colágeno e naturalidade no tratamento da flacidez e das rugas


Existe um momento em que muitas pacientes começam a perceber mudanças sutis no rosto. O contorno facial já não parece tão definido, as linhas ao redor da boca ficam mais marcadas, a região da papada começa a pesar levemente e algumas expressões passam a transmitir um aspecto mais cansado ou “derretido” da face.

Fios de PDO: efeito lifting, estímulo de colágeno e naturalidade no tratamento da flacidez e das rugas

E, na maioria das vezes, o que elas procuram não é uma transformação exagerada. É apenas voltar a enxergar firmeza, leveza e sustentação no próprio rosto — sem perder naturalidade.


É exatamente nesse contexto que os fios de PDO ganharam tanto espaço na dermatologia moderna.


Os fios funcionam como uma ferramenta versátil para tratar tanto flacidez quanto qualidade da pele, com resultados progressivos e elegantes. E um dos grandes diferenciais do tratamento é justamente a possibilidade de personalização: existem diferentes tipos de fios, com funções diferentes, que podem ser associados conforme a necessidade de cada paciente.


No consultório, os fios lisos são muito utilizados principalmente para estímulo de colágeno e melhora da qualidade da pele. Eles ajudam a fortalecer áreas que começam a apresentar flacidez fina e perda de sustentação, promovendo melhora gradual da firmeza, textura e densidade cutânea.


Regiões como a papada costumam responder muito bem a esse estímulo. Muitas pacientes percebem aquela sensação de pele “mais solta” abaixo do queixo, principalmente após os 30 ou 40 anos, mesmo sem gordura na região. Os fios lisos auxiliam justamente na melhora da flacidez local, especialmente quando associados a outras tecnologias e protocolos de estímulo de colágeno.


Outra indicação muito frequente é o tratamento das chamadas rugas do “bravo” — aquelas linhas que surgem entre as sobrancelhas e acabam transmitindo um aspecto de preocupação ou tensão constante. Quando bem indicados, os fios ajudam na qualidade da pele da região e podem complementar outros tratamentos, como a toxina botulínica, suavizando marcas mais profundas de forma natural.


As rugas do “acordeon”, que aparecem principalmente ao sorrir e estão relacionadas à perda de sustentação da face, também são uma queixa muito comum. Nesses casos, os fios ajudam a melhorar estrutura, firmeza e textura da pele, reduzindo o aspecto amassado que surge com o movimento facial.


Já os fios de tração possuem uma função diferente: promover um efeito lifting discreto e elegante.


Eles são muito utilizados no terço médio da face, região que sofre bastante com a perda gradual de sustentação ao longo do envelhecimento. Com o tempo, ocorre uma leve descida dos tecidos faciais, favorecendo aprofundamento do bigode chinês, formação da marionete e surgimento do “buldog”, aquela perda de definição do contorno facial próximo à mandíbula.


Os fios de tração ajudam justamente a reposicionar esses tecidos de forma sutil, devolvendo sustentação e melhorando o desenho facial sem criar aspecto artificial.


E talvez esse seja um dos pontos mais importantes do tratamento: quando bem indicado, o resultado não é um rosto “esticado”. É um rosto mais leve, descansado e harmônico.

Além do efeito lifting imediato promovido pelos fios de tração, existe também o benefício biológico do estímulo de colágeno ao longo dos meses. Isso significa que a pele continua melhorando progressivamente após o procedimento, ganhando mais firmeza e qualidade de forma gradual.


Mas, como em toda dermatologia moderna, naturalidade depende de individualização.

Nem toda paciente precisa da mesma quantidade de fios, das mesmas regiões ou da mesma técnica. A avaliação da anatomia facial, da qualidade da pele, do grau de flacidez e das expectativas da paciente faz toda diferença no planejamento do tratamento.


Em muitos casos, os fios também podem ser associados a bioestimuladores, ultrassom microfocado, lasers, toxina botulínica e outros protocolos para potencializar os resultados e tratar envelhecimento de forma global.


Porque envelhecer bem hoje não significa mudar o rosto. Significa manter firmeza, qualidade de pele e leveza respeitando a individualidade e a expressão natural de cada paciente.

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